segunda-feira, 4 de março de 2013

5 Casos recentes de crianças selvagens

Uma criança selvagem é um ser humano que viveu longe de pessoas desde uma idade muito tenra e tem pouca ou nenhuma experiência do cuidado humano, do comportamento amoroso ou social, e, consequentemente, da linguagem humana

Aqui, 5 casos recentes e documentados de crianças feras.

1. Natasha Mikhailova

O caso de Natasha aconteceu na cidade russa de Chita, em 2009. Natasha é uma menina de apenas 5 anos que viveu trancada num cômodo, sem praticamente nenhum contato com o ser humano. Ela ficava junto com cães, gatos e sem nenhum tipo de aquecimento ou higiene. Quando foi encontrada, a menina não sabia falar. Apenas latia e rosnava, pulando nas pessoas em uma busca desesperada por atenção, como apenas os cães fazem.

A jovem havia sido raptada do colo da mãe ainda bebê pelo próprio pai, que a escondeu numa casa caindo aos pedaços, cheia de lixo e sem nenhuma condição de habitação. O homem trancou a menina no cômodo e chegou a lutar com a polícia, quando anos depois do sequestro, os oficiais chegaram no cativeiro para resgatar a criança. O pai dela foi preso, mas já está solto, aguardando julgamento.

2. Lyokha

Encontrado em dezembro de 2007 numa floresta de Kalunga, na Rússia, em companhia de uma família de lobos, o jovem russo foi conduzido a um hospital, onde foi cuidado, teve suas enormes unhas cortadas e recebeu banho e tratamento médico. O jovem agia como um lobo, mordendo e grunhindo, andava de quatro e não falava, apenas grunhia.

O jovem Lyokha aproveitou-se de um descuido e conseguiu fugir do prédio de volta para a floresta, onde nunca mais foi visto. Acredita-se que ele ainda esteja em companhia da família de lobos.

3. Oxana Malaya

Por cinco anos, Oxana Malaya viveu entre animais, comendo alimentos crus e restos encontrados nas vizinhanças dos vilarejos. Os pais, alcoólatras, abandonaram a menina aos três anos de idade e desde então ela foi adotada por uma matilha de cães. Isso aconteceu no vilarejo Navaya Blagoveschenka, na Ucrânia.

Cinco anos depois, em 1991, um cidadão informou às autoridades locais o avistamento de uma criança vivendo entre os cães. Ela foi resgatada: tinha oito anos na ocasião. Seu comportamento era totalmente canino: andava de quatro, latia, rosnava, bebia água diretamente das fontes e quando se molhava, sacudia o corpo inteiro tal como fazem os cachorros.

Recolhida a um orfanato, ali foi ensinada a andar em postura ereta, comer com as mãos e falar. Aliás, Oxana nunca desaprendeu completamente o pouco da linguagem humana que havia aprendido na primeira infância; entretanto, apesar do esforço dos professores, ela jamais recuperou a condição a humana e apresenta, recorrentemente, comportamento animal.

4. Rochom P'ngieng

Em 1989, com a idade de oito anos, Rochom P'ngieng desapareceu na selva do Camboja e ficou longe de sua família durante 18 anos. Quando reapareceu em 2007, ficou no centro de um circo midiático. Ela andava de quatro, não falava e não queria usar roupas. ONGs e jornalistas, todavia, afirmam que a mulher não viveu em estado selvagem por 18 anos, e sim que ela viveu em cativeiro e foi vítima de abusos, antes de fugir e ser acolhida por uma família que acreditava que ela era sua filha desaparecida.

5. John Ssebunya

Acredita-se que ele tenha fugido de casa bem pequeno, quando tinha por volta de 3 anos de idade, depois de ter testemunhado seu pai assassinando sua mãe. Ele foi encontrado, em 1991, por uma mulher chamada Millie, integrante de uma tribo de Uganda.

Quando foi visto pela primeira vez, Ssebunya estava escondido em uma árvore. Millie voltou para o vilarejo onde vivia e pediu ajuda para resgatá-lo. Ssebunya não apenas resistiu como também foi defendido por sua família adotiva de macacos. Quando foi capturado, seu corpo estava recoberto por ferimentos e seus intestinos infestados por vermes.

No começo, Ssebunya não sabia falar e nem chorar. Depois, ele não apenas aprendeu a se comunicar como, também, aprendeu a cantar e tomou parte em um coral infantil chamado Pearl Of Africa ("Pérola da África"). Ssebunya foi tema de um documentário produzido pela rede BBC, exibido em 1999. [ObvioRelativo] 

domingo, 3 de março de 2013

Dossiê indica corrupção e rede de prostituição no Vaticano

Jornal italiano revela que Bento XVI teria decidido renunciar após analisar documentos

foto Divulgação

Um dossiê com 300 páginas teria motivado o papa Bento XVI a renunciar no último dia 11. A informação publicada ontem pelo jornal italiano La Repubblica aponta a existência de uma rede de prostituição homossexual, corrupção e disputa política envolvendo seminaristas e imigrantes irregulares. Na semana passada uma revista italiana também divulgou a mesma informação. 

Segundo as agências de notícia, o documento foi produzido por três cardeais a pedido do papa. Bento XVI teria avaliado as informações em dezembro e somente depois disso decidido renunciar. Nas investigações, informou o jornal italiano, os cardeais teriam constatado a existência de facções diferentes dentro da Cúria, definidas pela orientação sexual.

A reportagem diz que este grupo de bispos e religiosos homossexuais teria criado uma espécie de rede de prostituição de seminaristas e também de imigrantes. Os encontros entre os bispos costumavam ser realizados, conforme o jornal italiano, em diversos locais de Roma. 

A publicação também faz referência ao escândalo envolvendo Angelo Balducci, que em 2010 era assessor do papa. Em escutas telefônicas, a polícia – que o investigava por corrupção – identificou como ele usava serviços do nigeriano Chinedu Thomas Ehiem, cantor da Capela Julia, na Basílica de São Pedro, para contratar jovens para serviços sexuais

O porta-voz do vaticano, Frederico Lombardi disse que não confirma, mas também não nega as informações. O dossiê estaria guardado em um cofre nos aposentos de Bento XVI e pode interferir no conclave, determinando a escolha de um sucessor em condições de lidar com este tipo de denúncia. Gaz

Vírus “anticâncer” é injetado no sangue e ataca tumores

Uma nova pesquisa conseguiu “engenhar” um vírus injetado no sangue que pode alvejar seletivamente as células cancerosas em todo o corpo

Com resultados inéditos, o vírus atacou apenas tumores, deixando o tecido saudável intacto, em um pequeno teste com 23 pacientes.

Segundo os pesquisadores, as descobertas podem transformar totalmente as terapias. O tratamento com vírus se mostrou uma promessa real. Apesar de não ser um conceito novo, antes precisava ser injetado diretamente em tumores, a fim de escapar do sistema imunológico.

Na pesquisa, os cientistas modificaram o vírus JX-594, que é famoso por ser usado para desenvolver uma vacina contra a varíola. Ele é dependente de uma via química, comum em alguns tipos de câncer, para replicar.

O vírus foi injetado em doses diferentes no sangue dos pacientes que tinham câncer espalhado para vários órgãos do corpo.

Dos 8 pacientes que receberam a dose mais alta, o vírus replicou nos tumores de 7, mas não no tecido saudável.

“Esta é a primeira vez na história da medicina que uma terapia viral tem se mostrado consistente e replicado seletivamente no tecido de câncer após infusão intravenosa em humanos”, disse o pesquisador chefe, John Bell. “A entrega por via intravenosa é crucial para o tratamento do câncer porque nos permite alvejar tumores por todo o corpo e não apenas aqueles nos quais podemos injetar diretamente”, explica.

A infecção impediu o crescimento do tumor em 6 pacientes por um tempo. No entanto, o vírus não curou o câncer.

Os pesquisadores acreditam que o vírus pode ser usado para oferecer tratamentos diretamente às células cancerosas em concentrações elevadas, como terapia para cânceres complicados e difíceis de tratar.[BBC] [Hypescience/Nat]

Paisagens Surpreendentes - I

Amigos
Como vocês já devem ter percebido, eu adoro fotografias. Por isso, fui buscar na Web algumas paisagens maravilhosas e quero dividir com vocês.
Confiram:

Crianças nascidas em Marte seriam mais altas

Se um dia o homem decidir (e conseguir, claro) colonizar marte, a Agência Aeroespacial Norte Americana (NASA) já avisa que as crianças nascidas por lá serão mais altas que os humanos nascidos na Terra. Ah! E passar as férias escolares no nosso planeta não será uma opção.

Na Terra nós somos submetidos constantemente à força da gravidade durante toda vida. Em outros planetas do nosso sistema solar, isso não iria acontecer. O engenheiro aeroespacial, Robert Zubrin, que defende a terraformação de Marte, teorizou que as crianças nascidas em planetas com gravidade mais baixa, como a de Marte, que corresponde a um terço da nossa, iriam crescer alguns centímetros a mais do que na Terra. Ele garante, no entanto, que os genes herdados de seus pais não iriam mudar, mas a coluna iria alongar mais que na Terra por causa do menor grau de atração que o corpo sofreria.

Contudo, não iria ser fácil para os naturais de Marte voltarem para a Terra. Eles iriam ter alguns problemas. Eles teriam de lidar com uma gravidade três vezes maior que a do seu planeta natal. Isto acarretaria problemas sérios aos seus ossos. O cientista da NASA, Al Globus, dá o exemplo de uma pessoa que pesa 72 quilos em Marte. “Se a pessoa mudasse para um planeta com gravidade três vezes maior, como numa mudança de Marte para a Terra, ela passaria a pesar 226 quilos e teria dificuldades de se levantar da cama”. 

Alguns cientistas já estão trabalhando em tornar possível a gravidade artificial para deixar as longas viagens pelo espaço mais “confortáveis” para o corpo humano. De acordo com a NASA, a maioria dos astronautas cresce cerca de cinco centímetros enquanto estão no espaço porque a gravidade reduzida causa o fluído entre as vértebras a expandir. Mas, depois de alguns dias de volta na Terra eles voltam a sua altura normal.
Por sorte, as crianças de Marte não iria ter problemas de músculos ou ossos como tem os astronautas, mas elas não iriam poder fazer visitas ao planeta dos bisavós.
[LifesLittleMysteries] [LResendeHypescience]

sábado, 2 de março de 2013

O indiano Ziona tem 39 esposas, 94 filhos e 33 netos

Ziona, chefe da seita religiosa chamada ‘Chana’, vive em casa de 100 quartos com 181 familiares

Retrato de Família
Ele vive em uma casa de quatro andares e 100 quartos com 181 membros de sua família na aldeia de Baktawng, no estado indiano de Mizoram. Na verdade, esses números são de 2011; hoje deve ter aumentado muito. A religião de Ziona, que foi fundada por seu pai em 1942, não só permite como incentiva a poligamia 

algumas das esposas de Ziona
O Sr. Ziona disse ao The Sun: “Hoje me sinto como uma criança especial de Deus. Ele me deu tantas pessoas para cuidar. Eu me considero um homem de sorte para ser o marido de 39 mulheres e chefe da maior família do mundo.” 

Residência da Família Ziona
A família é organizada com disciplina quase militar, com a mais velha mulher, Zathiangi, organizando seus companheiros para realizar tarefas domésticas, como limpeza, lavagem e preparação de refeições.
Em apenas um dia eles comem 30 galinhas, 132 quilos de batatas e 220 de arroz

Antes e depois de milagres da maquiagem

A acidez irreverente de alguns puristas dizem que 90% da beleza feminina pode sair com água e sabão

O maquiador russo Vadim Andreev vem reforçar ainda mais esta ideia com alguns exemplos, mostradas neste post, de maquiagem estética realizadas por ele. Algumas mulheres nem mesmo parecem a mesma depois da maquiagem.

Confiram:

Leia mais em: mdig

Essa não! Chineses vendem até ovo falsificado

Só faltava essa: fabricantes piratas inventam ovo artificial — e mortífero — na China


Cera de parafina + sulfato de cálcio, na casca; gelatina + corante amarelo na gema, e amido + óxido de alumínio + água na clara: é o mortífero ovo artificial chinês (Foto: iStockPhoto)

Texto de Janaína Silveira, de Pequim, publicado na revista Superinteressante

Ovo Made in China

Elas já falsificaram quase tudo, de eletrônicos a remédios. Mas agora fábricas chinesas piratas apresentam sua nova invenção: o ovo que não é ovo.

Você está andando na rua, passa por um vendedor e vê a oferta: ovos pela metade do preço. Compra uma dúzia, leva para casa e põe na geladeira.

A surpresa acontece quando vai prepará-los. Não são ovos de verdade. São ovos falsificados: uma mistura de gelatina, resina, parafina, gesso, corantes e outras substâncias, que engana o olhar, mas não o paladar – ao colocar o ovo na panela, surge um odor de produto químico sugerindo que aquilo não é comestível.

Se mesmo assim alguém comer o ovo, corre risco de saúde – pois ele contém um ingrediente perigoso, óxido de alumínio. “Ele pode causar retardamento mental”, afirma a nutricionista Viviam Ragasso. A Universidade do Sul da China também estudou os ovos falsos e constatou que seu consumo pode gerar danos neurológicos.

A venda de ovos químicos é um golpe típico do sul da China – tão lucrativa que existem até DVDs piratas ensinando a fazer o produto. Só na primeira metade do ano passado, foram registrados 15 mil casos de violação das leis de segurança alimentar no país, que vive uma epidemia de comida falsa ou adulterada. Tudo porque, na China, o trabalho humano é incrivelmente barato – mais barato até que o das galinhas.

A trapaça alimentar vai além dos ovos químicos. Nos últimos anos, uma fórmula de leite em pó adulterada com melamina (uma espécie de plástico) matou pelo menos seis bebês na China e deixou centenas hospitalizados.

Também houve um caso em que melancias começaram a explodir. Motivo: para produzir – e ganhar – mais, agricultores chineses estavam usando forclorfenurão, um produto químico que acelera o crescimento do vegetal.

sexta-feira, 1 de março de 2013

EUA podem provocar terremotos em outros países

O projeto HAARP [High Frequency Active Auroral Research Program] pode provocar "desastres naturais" em qualquer região do mundo


O HAARP teve seu funcionamento iniciado em 1993, no Alasca (EUA). Sua sigla, em português, significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência” e tem, teoricamente, o objetivo de entender melhor o funcionamento das transmissões de rádio na ionosfera, a parte superior da atmosfera.

Oficialmente, o projeto tem como objetivo ampliar o conhecimento científico da ionosfera terrestre, para então melhorar o funcionamento de sistemas de comunicação e navegação, civis e militares. Para tal fim, as antenas do HAARP mandam ondas para a ionosfera com o objetivo de aquecê-la, para então estudar os efeitos das interações de temperaturas e pressão.

A escolha da instalação no Alasca se deve ao fato da ionosfera sobre a região é pouco estável, o que melhora as condições de estudo e não há grandes cidades na proximidade.

A conspiração

O HAARP, ao aquecer a ionosfera, também gera elevação das temperaturas em alguns lugares do mundo e assim como grande parte das produções norte-americanas geram desconfiança de alguns, com o HAARP não poderia ser diferente.

Em 2002, Vladimir Plutin, então presidente russo, apresentou documentos que provavam que os EUA estariam fazendo um aparelho capaz de interferir no mundo todo. O documento afirmava que o projeto norte-americano era uma nova transição da indústria bélica, agora chegando à armas geofísicas. Então seria possível controlar as placas tectônicas, temperatura da atmosfera e até a radiação que se infiltra na Terra pela camada de ozônio, ou seja, países poderiam ser destruídos com grandes desastres naturais.

Terremoto no Haiti
O HAARP pode ser capaz de gerar terremotos. O jornal “Vive”, da Venezuela, teve acesso a alguns documentos que comprovam o uso do HAARP para alterar a geofísica do Caribe e causar o terremoto do Haiti, que na ocasião, causou mais 100 mil mortes.

Mas porque escolher um país tão pobre para destruí-lo? A conspiração sugere que os EUA estavam apenas testando o potencial de sua arma, já que os experimentos nos oceanos não eram suficientes e atacar os inimigos orientais seria suicídio, já que terremotos seriam capazes de destruir poços de petróleo.

Os Estados Unidos então poderiam gerar um bloqueio militar em outros países, através de interferências nas ondas e impedindo que qualquer frequência seja refletida pela atmosfera e até mesmo instrumentos de localização possam ser utilizados.

Como toda teoria da conspiração, não há provas de que o governo utilize o HAARP dessa forma. O que se tem de concreto é que a ionosfera pode ser transformada. Mas será que é somente para isso que os EUA gastarem bilhões de dólares? Não há nada de concreto no investimento empregado no projeto, mas rumores dizem que mais 200 milhões de dólares são gastos anualmente com as antenas do HAARP. O que você acha disso?
Leia a matéria completa em Mistérios do Mundo [Lucas Rabello Madureira]

Imagens revelam como são as bactérias do seu celular

Ameaças microscópicas estão passeando pela tela do aparelho e você nem sequer desconfia
Praticamente inofensivas, mas, ocasionalmente, algumas bactérias causadoras de doenças foram encontradas, tais como Staphylococcus Aureus - uma causa de infecções por estafilococos incluindo intoxicação alimentar, impetigo e septicemia. Imagem: Reprodução/Daily Mail)
Em 2011, um estudo realizado pelas instituições London School of Hygiene and Tropical Medicine e Queen Mary University of London revelou que 92% dos aparelhos celulares do Reino Unido estavam infectados com algum tipo de bactéria. Globalmente, os valores são muito similares, afinal de contas as pessoas estão expostas a germes, bactérias e outros microrganismos durante todo o tempo.

Mas você já parou para pensar em como essas formas de vida se parecem quando estão infectando as telas dos smartphones? As fotografias presentes nesta notícia mostram exatamente do que estamos falando. São várias imagens cedidas pela Universidade de Surrey (Reino Unido), todas exibindo uma grande quantidade de manifestações dos organismos que estão nos celulares.

Para coletar as amostras, estudantes da Universidade de Surrey pressionaram as telas de seus smartphones em Placas de Petri nos laboratórios da instituição. Apenas três dias após a coleta, todas as culturas já estavam com as formas que você pode notar nas imagens desta notícia.
Leia mais em: Tecmundo/RHamann