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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Invista no preto e branco na decoração

Aposte nessa combinação charmosa em
pequenos detalhes!

O preto e branco é atemporal e pode ser usado sem medo na decoração. Não importa se o estilo é clássico, casual ou contemporâneo, os detalhes nessas cores deixam qualquer ambiente charmoso e elegante. Veja dicas da designer de interiores Marli Rodrigues e saiba como investir nessa linda combinação.



Busque sempre a harmonia

Segundo a designer, a decoração com elementos em preto e branco é a base perfeita para acolher outras cores mais fortes, além de nunca sair de moda. “Num esquema exclusivo preto e branco, procure contraste e harmonia por meio do uso de materiais como o vidro, prata, aço e metais brilhantes”, ensina.

Deixando o ambiente mais elegante

Antes de começar sua decoração, analise o espaço e decida qual estilo irá compor seu ambiente. “Esse é o primeiro passo para ter uma decoração preta e branca irresistível”, diz Marli.

Os estilos mais comuns são clássico, contemporâneo, casual e até o shabby-chic, isto é, mistura de peças antigas com modernas. “Para evitar uma decoração cansativa, aposte nos traços marcantes, como mobília futurista, azulejos 3D ou papel de parede com textura”, diz a designer.

Ela também completa que misturar padrões é uma dica básica que contribui para criar um ambiente interessante e menos monótono.

Crie um impacto com outras cores

Para criar um impacto ainda mais forte nesse tipo de decoração, adicione peças (adornos) numa terceira cor, mais viva, como amarelo, verde, azul-turquesa ou até rosa – choque. “Se preferir tonalidades mais suaves, incorpore o lilás, azul ou rosa bebê”, diz Marli.

Porém, se você optar pela simplicidade na decoração, que tem como base o banco, mas quer adicionar algum elemento preto, então escolha uma única peça-chave para fazer as honras dos detalhes escuros, como um tapete, algumas almofadas, um lustre ou um sofá, por exemplo.

Não tenha medo de ousar

A designer afirma que, num espaço amplo, não é preciso ter receio de utilizar o preto, inclusive se os móveis forem dessa cor. “Em um espaço pequeno, o preto pode diminuí-lo ainda mais, portanto é uma escolha sensata aplicar o branco de forma mais vistosa e guardar o preto para os pequenos detalhes”, completa Marli.

Preto e branco nos detalhes

Se você prefere não arriscar e gostaria de apostar nessa tendência mesmo assim, Marli ensina que uma risca preta em torno dos roda tetos, dos rodapés, ou ambos, é uma forma original e interessante de incorporar o preto no espaço.

Pintar múltiplas riscas pretas numa parede torna-se um detalhe discreto e contemporâneo, fica charmoso. Se não tiver medo de arriscar, pinte toda parede de preto, o efeito final é fantástico”, afirma a especialista.

Usar tapetes e cortinas pretas também estão valendo para compor o charme da decoração. “Mas lembre-se de que tudo tem sua dosagem certa”, finaliza.




Consultoria
Marli Rodrigues, designer de interiores

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Casa de celeb, ideias reais


Quem nunca sonhou em ser a Summer (do The O.C.), que atire a primeira pedra!

Morar em uma praia ensolarada da Califórnia, com cartão de crédito ilimitado e ainda por cima tendo um namorado fofo? Eu me contentaria facilmente com isso. Mas Rachel Bilson — atriz que interpretou a personagem — quis que a vida real dela fosse ainda mais incrível do que os roteiros. Ela não só é linda e famosa, como também fisgou o igualmente lindo e famoso Hayden Christensen (eterno Anakin Skywalker).

E a cereja do bolo dessa história toda é a casa deles, recém-decorada com o mix perfeito entre os estilos de cada um: ele prefere espaços minimalistas com um quê retrô, enquanto ela ama peças garimpadas e de pegada boho. A construção fica em Los Angeles e é ampla e iluminada, como já era de se esperar.

Mas se você está pensando que vai se deparar com um projeto surreal e astronômico, calma aí. A casa pode até ser de celeb, mas isso não quer dizer que a gente não consiga se inspirar em algumas ideias interessantes, certo? Então confira as melhores sacadas abaixo e tente copiar.


* Além do cinza

Agora que o cinza é o novo bege, quase todo mundo acaba escolhendo essa cor na hora de comprar aquele sofá novo para a sala de estar — e sim, eu também me incluo nessa. É bom ter uma base neutra, mas às vezes o cinza em excesso também pode cansar. Quer uma alternativa mais criativa e tão bonita quanto? Um azul profundo, como esse usado no sofá da Rachel, pode ser combinado com peças coloridas e de diversos estilos. Além disso, por ser escuro ele parece enfatizar ainda mais a iluminação natural do ambiente.

* Centerpiece

Como o próprio nome já diz, a mesinha de centro tem o poder de roubar a cena no living. Além do lado funcional, de servir de apoio para bandejas, controles e afins, o móvel serve como uma pequena vitrine de objetos dos moradores. Os livros e revistas são enfeites por si só, além de fáceis de dispor — principalmente se o modelo da mesa for quadrado ou retangular. Para deixar esse arranjo mais bacana, vale copiar a ideia do casal e encher o tampo de plantas de sombra e flores baixinhas. As orquídeas estão vetadas, ok? Porque atrapalham o campo visual da televisão e de quem quer conversar sentado.



* Móveis adaptados às necessidades

Na hora de decorar, muita gente peca nas escolhas porque acaba priorizando apenas o resultado estético, sem levar em conta as necessidades e a rotina da casa. Quem precisa de espaço de armazenamento, por exemplo, deve sempre preferir buffets ao invés de aparadores. Mas no caso da Rachel e do Hayden, o problema era conseguir acomodar todo mundo na sala sem deixar ninguém de pé. Então, ao invés do tradicional recurso do aparador atrás do sofá, eles usaram um pufe baixinho e estratégico. As visitas chegaram? É só tirar os enfeites e livros dali e pronto, já cabem mais dois!

* Menos é mais

Às vezes a gente não resiste e acaba comprando enfeites demais. Ok, até aí tudo bem. O problema é querer usar tudo ao mesmo tempo. E assim as prateleiras, tampos das mesinhas e praticamente qualquer superfície livre acaba servindo de display para uma infinidade de cacarecos — a casa vira quase uma loja de bibelôs, tamanha a quantidade de objetos. Mas aí não dá! É preciso ter um respiro. Mesmo porque, na miscelânea descontrolada uma coisa acaba se perdendo na outra e nada ganha destaque.

Que tal fazer um rodízio de enfeites? Guarde alguns deles no armário e de tempos em tempos substitua os que estiverem à mostra. Sua decoração agradece, vai por mim.



* Casa com história

Pensa comigo, o que é mais legal? Falar pras visitas que você comprou tudo no catálogo daquela loja de móveis conhecida ou poder contar uma história diferente e interessante para cada peça? Aquela cômoda que foi herdada, a mesinha recuperada de uma caçamba, o espelho comprado no brechó… Garimpar itens exclusivos nem sempre é fácil ou barato, mas vale a pena quando encontramos o móvel perfeito.

Os famosos também são adeptos do garimpo! A atriz tem um carinho todo especial pelo retrato abaixo, que a acompanha há anos, e a poltrona de couro verde também é vintage — um verdadeiro achado. [Revista Glamour]


quinta-feira, 15 de maio de 2014

Ape para quatro


Esse é um apartamento para quatro, sim, mas ninguém disse que seriam quatro pessoas, hehe.

Além do casal de proprietários, o imóvel mineirinho abriga confortavelmente mais dois integrantes: os gatos da família. E por incrível que pareça, ninguém foi deixado de lado na hora da reforma. São 68m², nem muito, nem pouco — na medida. O aproveitamento máximo de espaços, a ausência de paredes e os acabamentos clarinhos são ideia do arquiteto Marcelo Alvarenga, que assina o projeto. Mas elas não param por aí…







 Que comece o quebra-quebra… 


Na planta original, a sala de estar era compacta e mal resolvida. Mas aí algumas paredes vieram abaixo e de repente surgiu uma área social ampla e bem iluminada, que “roubou” a metragem de um dos quartos para poder acomodar sofá, cozinha e mesa de jantar. A marcenaria sob medida foi imprescindível para que as funções ficassem bem distribuidinhas.

A cozinha migrou para uma das paredes laterais e se resume em uma bancada só, organizada em um bloco de armários. Para acomodar televisão, equipamentos e enfeites, o arquiteto bolou uma estante central que funciona como divisória. De um lado ela é mais profunda para receber os aparelhos de home theater e na face oposta as prateleiras são estreitinhas, usadas para expor quadros e itens menores.

Móvel dupla face = solução decorativa e funcional.






 Playground felino 

Ainda na marcenaria mora a segunda grande ideia do apê: além de estante, a peça funciona como parque de diversões para os bichanos. Para nivelar duas vigas existentes no teto, Marcelo criou um túnel secreto (ou nem tanto) para os gatos no trecho rebaixado. E como eles adoram explorar lugares e ver a vida do alto, não precisa nem dizer que o túnel foi sucesso de crítica, né?

O acesso é feito através das prateleiras vazadas da estante e de furos estratégicos em um segundo armário — na extremidade oposta do caminho. Pensando na manutenção desses nichos, foram criadas aberturas em forma de gato para facilitar a limpeza.





 Esconderijo perfeito 

Com a mudança de layout e a integração total, ficou faltando resolver um pequeno detalhe: a área de serviço. Aproveitando os pontos de água já existentes, o arquiteto instalou tanque + máquina + armários no espaço deixado pela antiga cozinha. Mas ter uma lavadora no meio da sala não é exatamente uma proposta bonita, então foram instaladas divisórias mais baixas do que o pé-direito para camuflar esse cantinho do cômodo. Virou uma caixa dentro da caixa.

O volume ganhou mais leveza pelo simples fato de não estar encostado no teto e de quebra ainda serve de suporte para plantas pendentes.




Fotos via Play Arquitetura

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Horta em casa



Quem tem e cuida bem pode se orgulhar — e de quebra ainda levar uma vida mais saudável

Em tempos cada vez mais acelerados e caóticos, as hortas em casa nos resgatam a memória de como é mexer na terra e sentir a natureza crescer no seu próprio tempo. Pode ser um canteiro no jardim, o parapeito da cozinha e até uma mesa baixa perto da janela da sala: o que importa é o prazer de cultivar e poder colher parte dos alimentos que vão para a mesa de jantar. E sem componentes tóxicos.

Algumas vezes os temperos crescem com facilidade, porém não é todo mundo que tem esse talento nato com as plantas. Eu, por exemplo, me enquadro no segundo grupo — mas isso não é motivo para desistir de vez de fazer uma hortinha. Por isso fui atrás de duas especialistas no assunto: Isabela Herbetta, arquiteta, paisagista e blogueira do Casa Bela, e Silvia Jeha, sabe-tudo-de-horta, nutricionista, herborista e proprietária da Sabor de Fazenda.

Vamos às dicas?



Como começar? Por Silvia Jeha
Segundo Silvia, o primeiro passo é definir bem o local onde a horta será implantada. É necessário que ele receba pelo menos 4 horas diárias de sol, além de ser protegido de ventos frios e fortes. Na verdade, não é necessário ter muito espaço, o importante é usar um vaso com o tamanho adequado para a espécie escolhida, porém todas elas pedem recipientes com no mínimo 20 cm de altura e de diâmetro.

Sua ideia é montar a horta na cozinha? A Silvia ensina: como o sol é realmente fundamental para o sucesso dessa empreitada, só é possível cultivar em ambientes com grandes janelas. Nesse caso o cultivo deve ser feito em vasos e o sol deve incidir diretamente sobre os temperos, não vale através do vidro.

Quais os recipientes mais indicados? Por Isabela Herbetta
Quem não tem canteiro/jardim/quintal, pode optar por diversos tipos de recipientes, mas a Bel dá algumas sugestões: o vaso cerâmico comum (aquele terracota) é sempre uma ótima opção. É charmoso, não custa muito caro e consegue manter a temperatura e umidade da terra melhor do que os vasos de plástico. Mas muita gente gosta de experimentar recipientes alternativos para temperos, o que também é bacana! Potes, caixas, latas, etc.. O importante é que tenha furinhos embaixo para drenar bem a terra, não deixando a água empoçar embaixo, pois isso apodrece a planta.



Espécies e particularidades Por Silvia Jeha
Ervas que se adaptam a vasos pequenos (20cm de alt. x 15cm de diâmetro): tomilho, tomilho limão, orégano, manjerona, manjericão miúdo, cebolinha francesa. | Ervas que precisam de vasos maiores (acima de 30 cm de altura): alecrim e manjericão italiano ou basílico, sálvia. | Ervas que devem ser plantadas sozinhas em jardineiras: hortelã, capuchinha e salsinha.

Cuidados diários Por Isabela Herbetta
Eu sei que hoje em dia todo mundo quer coisas práticas, mas uma hortinha de temperos é algo bem delicado que precisa de cuidados diários sim. Principalmente porque a qualidade da planta está intimamente ligada ao seu sabor! O ideal é regar três vezes por semana ou todos os dias se a terra estiver seca, evitando os horários mais quentes (regar de manhã cedo ou no fim do dia), e controlar bem a quantidade de água para que não fique nem muito seca, nem encharcada.

A Silvia ainda lembra: a adubação deve ser feita a cada 40 dias com húmus de minhoca ou qualquer outro adubo orgânico, como o Bokashi, a torta de nim ou o composto orgânico. “Quando decidimos ter uma horta de temperos, devemos lembrar que é algo dinâmico, que devemos cuidar, regar, adubar, podar, pulverizar com inseticidas naturais quando necessário e uma vez por ano replantar alguma espécie que já não esteja legal!”.




Os principais erros Por Silvia Jeha 
Quer uma horta saudável e que fique sempre linda? Então evite: 
Não colocar as ervas em um local ensolarado 
Não transplantar a muda para um recipiente maior 
No transplante, não fazer a drenagem adequada 
Não respeitar o espaçamento entre as espécies, o que não permite o seu desenvolvimento ou as deixa suscetíveis ao ataque de pragas 
Não regar ou regar demais 
Não adubar e nem fazer a manutenção 


Ainda tem dúvidas?
Aproveitando o assunto e o timing, eu tenho uma sugestão final para quem quer realmente aprofundar os conhecimentos no cultivo de hortas. No dia 26 de novembro, semana que vem, Silvia e sua irmã, Sabrina Jeha, vão ministrar uma aula sobre o tema. O curso se chamaJardinagem Gastronômica e vai englobar vários tópicos, como a identificação de plantas comestíveis e mais 30 tipos de temperos frescos, dicas de cultivo e uso das ervas na gastronomia, além da aromatização de azeites, vinagres, manteiga e sal. Os alunos também vão poder praticar na hora o plantio em vasos. [Revista Glamour]

Se interessou? Então veja mais infos abaixo:

Data: 26.11.13
Horário: das 9h30 às 13h30
Valor: R$ 240,00 (apostila, lanche e certificado)
Inscrições: (11) 2631-4915 – www.sabordefazenda.com.br

segunda-feira, 10 de março de 2014

Ideias bacanas (e baratas)

Você já deve ter cruzado com ele em lojas de rua e até supermercados, então o Eucatex Perfurado não é nenhum estranho

O que a gente talvez não se dê conta é que esse material pode ser um ótimo aliado na organização da casa. Ele é barato e tem cara de barato mesmo, então o segredo é assumir esse passado sem neuras. Olha o high low aí de novo! [Colunas.Glamour]



No exterior essas chapas cheias de furinhos são chamadas de Pegboards, e já faz tempo que são usadas das mais diversas maneiras: para manter as coisas no lugar, como cabeceira improvisada, como divisória, com tinta lousa ou colorida… Basta pensar fora da caixinha que de repente descobrimos uma nova aplicação para o Eucatex.


A vantagem está justamente nos buraquinhos. Eles facilitam a fixação de ganchos e arames que podem sustentar caixas organizadoras, cestos pequenos para frutas, latinhas customizadas, suportes para ferramentas ou itens de jardim… E por aí vai. Mas se a ideia for fazer algo mais decorativo do que prático, sem problemas também. Tem gente que pinta a placa toda, para que ela se camufle na parede, tem gente que usa os furos para brincar de ponto cruz gigante, tem quem use como mural no escritório…

Com tantas possibilidades, bem que dá vontade de experimentar alguma dessas ideias em casa!










segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Arte em azulejos

O uso de azulejos como obras de arte não é de agora e sim das décadas de 40, 50 e 60


Sempre amei a ideia de inserir desenho na arquitetura dos lugares”. É assim que a arquiteta Bruna Albuquerque justifica o rumo que sua carreira tomou, como se a azulejaria fosse o caminho natural a seguir. No comando da marca Lurca Azulejos desde 2010, a paulistana é responsável pelas estampas das peças, incluindo modelos de catálogo e painéis exclusivos desenhados sob medida para cada cliente.

Mas o uso de azulejos como obras de arte não é de agora — nas décadas de 40, 50 e 60, o arquiteto e pintor Athos Bulcão resgatou e repaginou a herança da azulejaria portuguesa, propondo novas estampas e aplicações que estavam diretamente ligadas ao estilo modernista da época. Assim como Athos, a ideia da Bruna é transformar os espaços através de cores e formas.

Muito além daquele material impermeável usado em cozinhas e banheiros, os azulejos podem assumir um caráter artístico. Pintadas à mão e queimadas a uma temperatura superior a 750°C, as peças da Lurca aliam o design à produção artesanal. E o legal é que os novos desenhos nunca param. Curioso para saber de onde a Bruna tira tanta inspiração? Então confira abaixo o bate-papo que eu tive com ela e descubra os segredos por trás de suas estampas.






Referans | Quando você descobriu que queria trabalhar com azulejos? Já chegou a ilustrar outros suportes?

Bruna Albuquerque: Quando eu estava na faculdade de arquitetura gostava muito de desenhar unidades geométricas, que podiam se encaixar de diversas formas e apesar de serem simples, uma vez encaixadas ficavam interessantes. E eu sempre pensei nessas unidades como azulejos. Acho que porque sempre amei a ideia de uma cerâmica aplicada nas paredes, de inserir desenho na arquitetura dos lugares.

Mas ainda trabalhei um tempo como arquiteta até assumir completamente essa outra profissão e abrir a minha empresa. E já cheguei a ilustrar outros suportes sim. Fiz estampas com a artista plástica Mariana Tassinari para a marca de roupas Garoa, que era superbacana, mas não existe mais. E esse ano, através do convite dos donos da loja Galeria Nacional, nos Jardins, criei estampas para conjuntos de porcelana. Ficou bem bacana.

Onde você busca referências para novos trabalhos?

Em tudo, livros, museus, viagens… e hoje em dia com a internet é muito fácil ter acesso a tudo, desde blogs descolados da Austrália até acervos de tapetes antigos de pequenas galerias inglesas..







Qual a maior dificuldade de fazer um painel sob medida?

É criar formas e cores para compor um painel que, além de visualmente interessante, combine com o lugar onde ele será instalado.

Você tem cores preferidas para usar? Ou combinações que gosta e usa sempre?

Eu penso em combinações de cores o tempo todo, até sonho com elas. Acho que tem fases de combinações preferidas e eu tenho que me policiar para não ficar repetindo durante esse período.

E as paredes da sua casa? Também têm arte e painéis assinados por você?

Acredite se puder só tem um painel, na sala. Mas eu tenho vontade de encher todas as paredes com eles, colocar quadros em cima… quem sabe um dia.

Quem estampas geométricas e azulejos, como eu, deve ter adorado o trabalho da minha xará. Difícil mesmo não se apaixonar, né? Então se você quiser ver outros modelos de peças, mais esboços e fotos de painéis aplicados, é só acessar o site da Bruna ou o da Lurca Azulejos. O que não falta é inspiração e desenhos incríveis pra gente ficar babando.

Fotos via Bruna Albuquerque. [Revista Glamour]

domingo, 3 de novembro de 2013

Móveis de homens e mulheres nus

Imaginado pelo designer Peter Rolfe, estes móveis de homens e mulheres "sexy" são feitas totalmente de madeira


A novidade de Peter Rolfe são essas peças em madeira com formatos de corpos sensuais masculinos e femininos. O escultor se limitou a começar sua arte ousada fazendo peças sugestivas e eróticas para mobiliário, que levam gavetas saindo de várias partes dos corpos desnudos. Essas verdadeiras obras de arte não se encaixam em qualquer ambiente. O fino acabamento das peças mostram toda a sensibilidade do artista e toda a preocupação em representar o corpo humano de uma forma bem impactante.

Bom trabalho, embora dificilmente eu colocaria esse tipo de mobiliário em minha casa!